Segurança em escolas e universidades: tudo o que você precisa saber

Segurança Pessoal
25/11/2016

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No dia 07 de abril de 2011, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, entrou na Escola Municipal Tasso da Silveira, localizada no bairro de Realengo, na cidade do Rio de Janeiro armado com dois revólveres e começou a disparar contra os alunos presentes, matando doze deles, com idade entre 13 e 16 anos, e deixando mais de treze feridos, cometendo suicídio após a ação. Segundo investigações, o mesmo era ex-aluno e sofreu bullying no período em que frequentou a escola.

Tal caso, ilustra algumas questões que são frequentemente negligenciadas em escolas e universidades e podem levar a situações extremas como as ocorridas na tragédia do Realengo que são incompatíveis com a missão dessas organizações. Espera-se, sempre, que instituições de ensino ofereçam um local seguro para nossos jovens e crianças, permitindo uma atmosfera saudável para aprendizagem. Desta forma, nesse artigo, iremos abordar os pontos mais importantes de segurança em escolas e universidades, visando colaborar com os gestores dessas organizações.

 

ANÁLISE DE RISCO E DIAGNÓSTICO DE SEGURANÇA

Quando se fala em melhorar a segurança, um dos primeiros trabalhos a serem feitos é fazer uma análise de risco de forma detalhada. Antes de abordar as questões de segurança é importante mapear as particularidades de cada um dos centros de educação em que se pretende melhorar um sistema de segurança, incluindo os valores e rotinas da organização, procurando identificar todas as ameaças possíveis. Os riscos são diferentes para cada tipo de instituição de ensino. A abordagem em uma universidade é bastante diferente do que em uma escola infantil ou ainda os problemas de segurança de uma escola pública na periferia diferem bastante de uma escola particular em um bairro nobre.  O enfoque será bastante diferente em cada uma das situações, mas para isso é fundamental levantar o máximo de informações possíveis:

Basicamente as seguintes varáveis devem ser levantadas para uma melhor apuração dos problemas de segurança a serem abordados:

Ambiente Interno: Cultura e filosofia da escola, histórico de problemas, tipo de instituição (pública ou privada), idade e perfil dos alunos, horário de funcionamento, movimentação de numerário.

Ambiente externo: Localização da escola, criminalidade na região, vias de acesso, rotas de fuga.

Estrutura física: Portas, muros/cercas, prédios, iluminação, escadas, janelas e grades, número de entradas, acesso de veículos e etc.

Estrutura de Segurança Eletrônica: Câmeras, alarmes, sistema de controle de acesso, sistema de gravação de imagens, botão de pânico e sensores de presença.

– Normas e procedimentos: Quais são as regras formais e informais existentes, se existem ou não procedimentos de segurança formalizados.

Recursos Humanos de Segurança: Entender a quantidade, qualificação e escalas de trabalho dos profissionais responsáveis pela segurança.

Quanto mais detalhado o levantamento dessas informações, melhor será a análise de risco e o diagnóstico de segurança das escolas. A partir dessas informações se elabora um plano de ação para enfrentar os problemas levantados.  Quando se identifica riscos, é necessário decidir as prioridades, levando-se em conta três aspectos (1) probabilidade do risco acontecer (2) gravidade caso o mesmo ocorra e (3) custos para mitigar esse risco. Com base nessas 3 variáveis são definidos quais itens dever ser atacados em um primeiro momento, caso não seja possível mitigar todos de uma vez.

A seguir iremos abordar os problemas de segurança mais comuns enfrentados em escolas e universidades e algumas sugestões para tratá-los.

 

DROGAS

A questão de drogas é um assunto fundamental a ser abordado na gestão de segurança de escolas e universidades.  Existe toda uma questão preventiva e de educação que deverá fazer parte do dia-a-dia das escolas, com campanhas de conscientização frequentes, dentro de um plano bem estruturado e contínuo. Não entraremos no detalhe dessas questões fundamentais, pois acreditamos que os centros de educação estão muito mais preparados para tratar disso do que especialistas em segurança.

Os jovens, por natureza, são alvos bastante fáceis para atuação de traficantes e um dos papéis dos centros de ensino é tornar o local o menos suscetível possível a essa questão. Se os estudantes e criminosos perceberem tolerância e facilitação para o consumo e tráfico de drogas nas instituições de ensino, o local se tornará um abrigo seguro para isso, atraindo traficantes e gerando outros crimes correlacionados a essa questão.

É importante lembrar que muitas vezes os traficantes se utilizam dos próprios estudantes para comercializar a droga no interior das escolas.  Desta forma, a nossa recomendação é tolerância zero, deixando claro, principalmente aos pais e alunos, as regras e definindo punições severas para as transgressões realizadas. Acreditamos que se essa questão não for tratada com o devido rigor, o centro de ensino poderá atrair para o local outros crimes e colocar em risco a segurança dos alunos.

Todos os profissionais que trabalham devem ser capazes de identificar comportamentos e odores relacionados ao uso de entorpecentes, treinados e incentivados a relatarem qualquer anormalidade. Deve existir uma política firme de combate às drogas, enraizada em toda à organização, aliando educação, detecção, coibição e punição

 

ÁLCOOL

O Álcool por se tratar de uma droga legalizada merece um tratamento a parte. Em instituições com alunos menores de 18 anos a abordagem deve ser bastante similar a questão de drogas tratada no item anterior. Estudos demonstram o dano cerebral e os problemas futuros causados pela utilização do álcool na adolescência e, portanto, é papel das escolas, além de orientar, coibir a utilização de álcool nessa idade.

Em instituições de ensino superior o problema é um pouco mais complexo, mas o rigor deve ser mantido. Não se deve permitir o consumo de álcool no interior da instituição. Apesar da controvérsia, somos contra a utilização do espaço de ensino para realização de eventos com utilização de álcool. Casos recente de estupros realizados em festa promovidas por universitários e até mesmo morte por uso excessivo de álcool, vide o caso de 2014 em Ribeirão Preto, demonstram o perigo dessas situações. Os centros de ensino não podem virar refúgio para que os estudantes façam suas transgressões e coloquem em risco a saúde, a vida, a imagem e o patrimônio da instituição.

 

BULLYING

O Bullying é uma questão muito séria e que merece uma abordagem sistemática por partes das escolas. Os efeitos de bullying são devastadores podendo gerar consequências para uma vida inteira: suicídio, depressão, stress, abuso de drogas e até situações extremas como a tragédia do Realengo relatada no início desse texto. Mas de que forma um sistema de segurança pode ajudar nessa questão?

Basicamente, um sistema de segurança, incluindo todos os profissionais envolvidos no processo, deve ser capaz de identificar situações de bullying, seja através de observação direta, através do sistema de câmeras ou até mesmo através das mídias sociais ou sistemas eletrônicos, especialmente os de responsabilidade da instituição de ensino. O chamado cyberbullying (bullying através da Internet) merece uma atenção especial, pois foge um pouco do controle das escolas, mas tem efeitos igualmente graves. Uma escola na Califórnia, por exemplo, implementou uma solução tecnológica monitorando toda as contas de alunos nas principais mídias sociais, rastreando automaticamente algumas palavras que tragam indícios de cyberbullyng.

Todos devem ser treinados, orientados e incentivados a repassar qualquer situação que possa indicar indícios da prática de bullying, incluindo sentimentos de isolamento, rejeição e raiva. Em algumas situações os profissionais devem ser treinados para intervir, especialmente nas questões envolvendo agressões físicas ou verbais. Na mesma linha da questão de drogas, as organizações devem ser bastante rigorosas no trato desse problema, visando coibir comportamentos inadequados.

O envolvimento dos pais nessa questão, também, é algo fundamental. Tanto na situação dos que sofrem, mas também dos que praticam bullying. Alertas e avisos constantes devem ser disparados para os pais para eles fiquem atentos com essa questão ajudando a monitorar e intervir em algumas situações.

 

GANGUES

A formação de gangues dentro das instituições de ensino é bastante comum e pode potencializar outros problemas. Esse tipo de estrutura de agrupamento é bastante comum na fase juvenil e está ligada a necessidade do jovem se sentir parte de um grupo. Não existe problema nenhum em relação a isso, desde que a forma de manifestação desses grupos não seja concretizada através de ações indesejadas como: violência, bullying, uso de drogas e vandalismo. As ações em grupo são sempre mais perigosas e com maior potencial de danos.

É papel da equipe de segurança mapear constantemente essas gangues e se for o caso intervir. Invariavelmente existe uma liderança que deve ser identificada e neutralizada.  As vezes apenas a intervenção sobre o líder pode resolver o problema, que pode ser desde uma suspensão até uma conversa com os pais.

 

CONTROLE DE ACESSO

Controlar o acesso das pessoas é um item fundamental para segurança das escolas e universidades, pois através disso são reduzidos os riscos de pessoas indesejadas entrarem no local para a prática de delitos. Definimos 9 itens principais que devem ser observados para garantir um controle de acesso eficiente dentro das instituições de ensino:

1) Segurança perimetral eficiente impedindo ou detectando a entrada de pessoas por locais que não a entrada. O sistema deve contemplar barreiras físicas, iluminação, sensores de presença e câmeras que identifiquem rapidamente a entrada de pessoas indesejadas.

2) Ponto único de entrada: um sistema de controle de acesso efetivo exige que a entrada e saída do local sejam monitorados. Um único ponto de entrada facilita esse processo e permite reduções nos custos de mão-de-obra de segurança e implantação de sistema de controle de acesso eficiente devido a centralização física do mesmo. Sabemos que isso nem sempre é possível, mas é algo que pode otimizar bastante um sistema de segurança

3) Recursos humanos de segurança suficientes para monitoramento dos perímetros e especialmente nos horários críticos de entrada e saída dos estudantes.

4) Rigoroso controle de visitantes:  Todos os visitantes devem ser cadastrados em um sistema apropriado, apresentando documento de identificação e recebendo crachá de visitante. Nenhuma entrada deve ser autorizada até que alguém internamente autorize a entrada do visitante.

5) Sistema de portões duplos:  A existência de portões duplos com a criação de uma eclusa de controle aumenta o nível de segurança das escolas. Um portão só abre quando o outro estiver fechado o que facilita o controle e dificulta a entrada de pessoas indesejadas.

6) Sistemas Eletrônicos de Controle de acesso: esses sistemas consistem basicamente de uma fechadura eletrônica atrelada a um equipamento de identificação que pode ser feito através da biometria, cartão e/ou senha.  A utilização desses sistemas permitirá uma maior eficiência do controle de acesso de alunos e funcionários, definindo-se grades de horários de permissão de entrada e registrando automaticamente o horário de entrada e saída de cada um.

7) Interfone com vídeo: Um sistema de interfone com vídeo permite a equipe de segurança se comunicar com os visitantes sem necessidade de exposição e permitindo verificar qualquer anormalidade que possa colocar em risco a instituição.

8) Botão de pânico: permitir alertar autoridades quando em situações de risco.

9) Criar códigos para níveis de atenção.  A definição de códigos de atenção é uma forma fácil de facilmente comunicar a todos os envolvidos em um sistema de segurança de identificarem rapidamente a situação de segurança em um determinado momento. A codificação através de cores é bastante utilizada. Para ilustrar segue um exemplo abaixo:

Código Laranja: Situação de Perigo Provável.  Todos prontos para tomada de ação.

Código Vermelho: Ação em andamento. Todos comprometidos para reação.

Código Negro: Sistema de Segurança em colapso.

 

EMERGÊNCIAS

A questão de como lidar com emergências é algo que deve fazer parte do dia-a-dia da equipe de segurança. Todos os procedimentos de emergência devem estar devidamente formalizados no Plano Operacional de Emergência (POE) e todos devem estar devidamente treinados para responder adequadamente em situações emergenciais. O POE deve contemplar medidas preventivas e reativas para paralisar uma emergência e reduzir os seus impactos.

Os seguintes procedimentos devem estar inclusos em um POE:

a-) Procedimentos de Bloqueio (Lockdown) (ninguém entra e ninguém sai). Em quais situações o bloqueio será autorizado? Quem tem autoridade para isso? Qual é o código para isso? Como deve ser anunciado isso? Situações de Exemplo: Manifestações em frente à escola.

b-) Procedimentos de Evacuação: Deve contemplar as particularidades de cada prédio e definir responsáveis por coordenar o processo. Todo o trajeto e meios de transporte devem ser projetados visando levar os estudantes e funcionários para locais seguros em cada tipo de emergência. Para facilitar a visualização os fluxos das diferentes rotas de evacuação devem ser ilustrados em mapas dos prédios.

c-) Abrigos: Devem ser definidos os locais de refúgio para estudantes, visitantes e funcionários. Essa área segura pode ser diferente para cada situação, mas deve fornecer a proteção necessária.

d-) Telefones de emergência: Todos os telefones de emergência devem estar sempre atualizados e de fácil acesso e visualização.

e-) Transporte: Nos planos de emergência deve ficar claro como as pessoas deverão ser deslocadas ou se deslocar de um lugar para o outro em cada tipo de situação e os meios de transporte a serem utilizados. Pessoas com deficiência devem receber uma atenção especial, contemplando como irão se locomover.

d-) Emergências Médicas: Deve existir um capítulo à tarde para tratar especificamente de emergências médicas. A equipe de segurança deve estar apta para prestar primeiros socorros e saber transportar adequadamente feridos caso necessário. Deve contemplar um planejamento de fácil acesso de ambulâncias tanto no interior do prédio quanto nas vias próximas ao prédio.

e-) Definição da equipe de emergência: Deve ficar bem definido quais as pessoas que irão coordenar as ações nesses momentos de crise. Ter uma liderança bem definida é fundamental para a eficiência de um POE.

As principais situações a serem abordadas em um POE em escolas e universidades são as seguintes:

a-) Incêndios

b-) Dilúvios e/ou ventanias muito fortes.

c-) Queda de energia

d-) Assaltos

e-) Sequestros

f-) Atentados terroristas (incluindo situações de alunos ou ex-alunos que entram atirando)

g-) Acidentes de trânsito (colisão de veículos e atropelamentos)

Quanto maior a probabilidade da emergência acontecer maior deve ser o nível de detalhamento no POE.

 

PREVENÇÃO DE CRIMES NAS REDONDEZAS

Os arredores das instituições de ensino, principalmente nos horários de pico de entrada e saída de alunos são locais propícios para realização de crimes tais como: furtos, sequestros, assaltos, tráfico de droga e vandalismos. Muitas escolas consideram isso um problema de segurança pública, mas em nosso entendimento é papel dessas organizações criar condições para minimizar esse problema.

Para isso, definimos algumas melhores práticas para isso:

a-) Parceria com a Policia Militar. Na cidade de São Paulo, por exemplo, existe o programa de Ronda Escolar, que realiza a proteção das escolas estaduais. Nas instituições, especialmente as privadas, que não são atendidas por programas específicos, cabe uma conversa com o Batalhão ou Cia mais próxima para que seja destinada uma viatura principalmente nos horários mais críticos.

b-) Instalação de câmeras com gravação nos arredores com placas de sinalização. A presença de câmeras além de auxiliar no processo de monitoramento tem um forte poder de inibição nas ações criminosas.

c-) Iluminação. Um forte investimento em iluminação ajuda bastante no processo de segurança.

d-) Presença de vigilantes em locais estratégicos nos perímetros das organizações ou trabalhos de segurança pessoal com vigilantes motorizados circulando nas redondezas.

e-) Trabalho de conscientização de pais e alunos sobre a importância de ter maior atenção com segurança na entrada e saída das escolas. É comum ações criminosas que só são efetivadas por total falta de comprometimento com questões simples de segurança pessoal.

 

MELHORES PRÁTICAS RECOMENDADAS

A seguir iremos abordar algumas outras melhores práticas que recomendamos serem efetivadas visando melhorar a segurança e proteger o patrimônio em escolas e universidades:

a-) Formalização dos procedimentos e treinamento da equipe: Com base em todas as informações levantadas deve existir um documento formalizado com todo o Plano de Segurança e Plano Operacional de Emergência (POE). Esses documentos devem ser confidenciais com acesso restrito a poucas pessoas. O treinamento deve ser contínuo junto a equipe.

b-) Simulações de POE. Recomendamos que pelo menos anualmente sejam realizados testes das rotinas previstas no Plano Operacional de Emergência (POE) simulando evacuações de alunos, professores e funcionários.

c-) Criação de uma Central de Operações 24 horas. A criação de uma Central de Operações é um avanço significativo em termos de segurança dentro das instituições de ensino, podendo controlar, inclusive, outros itens de facilities da organização, incluindo limpeza e manutenção.  Essa Central deve ter entrada controlada e funcionar em local estratégico dentro da organização. Deve existir acesso a todas as câmeras do local e comunicação via rádio com todos os profissionais envolvidos com a segurança do espaço. A Central funciona como o cérebro da Segurança, gerando muito mais eficiência no sistema, centralizando toda a operação e disparando as ações.

d-) Manutenção rápida reduz as ações de vandalismos. Alguns exemplos práticos demonstram que quando atos de vandalismo como pichações, quebras de vidros e patrimônios em geral são rapidamente reparados, existe uma diminuição efetiva da probabilidade desse tipo de ação. Os vândalos têm maior propensão a agirem em locais com aparência descuidada e sem manutenção.

e-) Fazer checagem regular dos antecedentes criminais de funcionários da organização.
Como se vê a segurança em escolas e universidades é uma tarefa complexa e que exige um trabalho muito bem estruturado de planejamento e execução. Isso não deve ser delegado a pessoas sem experiência na área, sendo importante o auxílio de empresas especializadas no assunto. A terceirização da segurança com empresas confiáveis é uma opção bastante interessante, visando não desviar as organizações da sua atividade principal: a educação. Esperamos que esse texto possa ajuda-los em sua rotina.

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